Vigie-se.

Em vez de olhá-las pela ótica da vaidade, comparando com outras fêmeas seja do seu círculo social ou da sociedade como um todo, vendo se é mais bonita que a mulher do seu amigo ou do seu chefe, se tem mais peito que aquela vagabunda que você bateu uma bronha da Playboy ou se te deixa excitado, porque não analisá-la pelos seus atos?

Não sou consermangina, mas é impressionante que a maioria dos realistas encontram demasiadas vagabundas porque elas são realmente maioria ou porque o ambiente no qual vocês frequentam não é prolífico? Não vale falar de Universidade, estágio de vagabundagem e putaria do século XXI.

A maioria, GRANDE MAIORIA das mulheres caem em todas as amarras sociais (ou a falta delas) e junto com sua vaidade se esforçam para ter o melhor diploma de vadia possível. Mas há como evitar isso: olhar suas atitudes e esquecer o tamanho dos peitos dela ou como a bunda dela fica colada naquela saia.

O problema não é só apego, é guiar a vida por parâmetros tortos, achando que vai encontrar algo diferente. Não, não vai. Vocês podem olhar até a morte os atos de qualquer mulher em um puteiro, no final, são todas putas, meu camarada.

Saia dali e vá se enveredar por lugares mais ricos e densos de conteúdo. Quando você menos perceber, talvez você encontre uma mulher interessante, quem sabe?

Pois o mais importante é saber viver bem e viver só. Depois tudo vai se ajeitando – seja acompanhado, seja só. O vetor é você, mais ninguém.

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