O que é verdadeiramente importante…

…é ser sincero consigo e íntegro no que se propõe a fazer. Em tempo:

http://ask.fm/azothefesus

Voltei, não sei por quanto tempo, mas espero que seja proveitoso para todos. Talvez me ajude na inspiração de criar posts, já que não os faço de forma mecânica, preciso de um cerne.

Até!

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Sem firulas: O negócio mesmo é aguentar

Há séculos o homem busca meios para não sofrer (em vão, fato). Seria ignorância dizer que a tal moda de passar pela tangente da razão e afogar-se nos prazeres é uma coisa atual, da modernidade: na realidade, a modernidade só nos deu ferramentas mais práticas para agirmos como  desejamos.

Nas minhas andanças pela internet, tenho notado um advento muito curioso que é o crescimento de métodos que prometem o crescimento pessoal através de uma busca desesperada (o que não tira a validade da coisa para quem tem vontade) pelo não sofrimento e pela promessa futura de encaixe social caso passe por todas as adversidades propostas. Tais métodos possuem nomes para lá de místicos: modo monge, modo zumbi, modo espartano, etc. Curioso como até nos moldes de desenvolver-se, o homem mexe com símbolos de poder e busca um modo de trabalhar o imaginário de uma forma de merchan que o faz sentir-se senhor de si mesmo, uma forma moderna de trabalhar a tão gritada individualidade que todos buscam.

Estes modos fazem urgir sob as fraquezas do indivíduo e clamar algum nível de disciplina, o que é certamente válido. Este post não é acerca da ineficácia dos modos, mas sim da frescura de quem os procura. Meu caro, venha cá: é novidade que você deve ter disciplina para fazer algo na vida? Que motivação é temporária? Que a dor é algo constante da nossa existência? Certamente NÃO. E se você não concorda, não viveu o suficiente, levante a bunda da cadeira e vá se virar.

O grande motivo de passarmos curtos ou longos períodos de dor é justamente porque o mundo não foi feito para nós, não se inclina a nossas vontades, é pragmático e gira por si só. Enquanto isso, desde nosso nascimento somos condicionados a nos perceber como indivíduos e clamar do mundo do mais básico ao mais estapafúrdio, onde a fórmula reside em: quanto mais ansiedade ou desejo em algo alheio a ti, maior a chance de sentir uma dor vertiginosa, que é basicamente a realidade chutando suas bolas e exigindo algo, seja mais conhecimento, dinheiro, trabalho, esforço, etc. Ou seja, tudo tem um preço e para alguns é mais caro conseguir algo que para outros, a vida é assim e quem aprende isso desde cedo enche menos o saco dos outros.

Então ao invés de ficar procurando métodos, planejando X dias para tornar-se algo e sair da merda de um casulo, achando que depois de uma maldita jornada do herói romantizada por si próprio você voltará como Luke em O Retorno do Jedi, caia na real e diga para si próprio: o negócio mesmo é aguentar. Isso, floquinho, o que muitos chamam como resiliência, outros como macheza, outros como laconismo, outros como estoicismo, se resume em algo eterno no coletivo da humanidade, que é a capacidade de aguentar. De engolir o choro. De perder o braço, parar de drama e ir estancar logo a droga do corte antes que você morra. E se gritar de dor? Terá febre, gastará energia, provavelmente o corpo entrará em choque, você desmaiará e vai morrer de hemorragia. Este é outro fato duro da vida.

O que muito ‘nego’ precisa entender é que a vida não é esta merda romântica hollywoodiana, que cada coisa nas vossas vidas é real, que o risco é iminente e que cada momento que vocês passam sem fazer algo quanto a uma questão que lhes aflinge mais significa que se debaterão na questão, agonizarão lentamente e, o pior, às vezes pelo resto da vida porque há momento para tudo e uma oportunidade perdida muitas vezes será para sempre: só outra vida para proporcionar-lhe o que almejava. Como os sonhos perdidos que jazem no rio Estige por toda a eternidade. Uns que a vida não proporcionou, outros que o esforço não bastou pela pequenez existencial de seus possuidores.

O que fazia Esparta gloriosa não era seu próprio nome, mas os espartanos. E o que os faziam gloriosos não era nascer no pedaço de terra da Lacônia, mas as escolhas que faziam durante suas vidas em prol de algo, o preço pago pelo suor, sangue e lágrimas. O que fez a história marcar significado de Força um povo foi a capacidade de cada indivíduo deste mesmo povo em dedicar-se integralmente a ser forte. Cada milésimo de sua existência era dedicado a isto e, se falhasse, a morte era bem vinda: era um ensino rápido e forte para os mais jovens que não deveriam bobear acerca da fina linha chamada vida.

Viver é lutar e nenhum modo vai fazer-lhes mais completos que entender que relaxar indefinidamente é irresponsabilidade, que a regra da vida é o trabalho e o sofrimento mediados pela capacidade humana de resistir perante tais por intermédio da vontade.

NENHUM PROTOCOLO TRADUZIRÁ VOSSAS VIDAS E NENHUM MOMENTO ASSEGURARÁ NADA. NENHUMA FORTE DOR OU SOFRIMENTO OS GARANTIRÁ GLÓRIA E A ÚNICA CERTEZA É QUE TODOS VAMOS MORRER.

A partir de tal epitáfio, convém a nós próprios designarmos: ficamos ou vamos?

Para onde? Não importa.

Da série: Promessa é dívida

Algumas questões que acabei respondendo:

– Por que o Hiato?
– Real?
– O que pensa do MGTOW?
– O que acha da situação atual do país?
– Por que diminuiu as postagens religiosas/tinham foco na religião?
– Patologias/Disfunções anteriormente perguntas no Ask/Blog
– Treinos
– Pensamento livre para finalizar.

Finda o hiato

Olá, meus caros, venho por meio deste post dizer que passei muito tempo devendo o vídeo e que o farei esta semana.

Quem tiver sugestões de assuntos/questões, enviar para o aazoth@zoho.com

Também tentarei fazer uma participação mais ativa, com um post por semana, sendo tal frequência uma situação ideal, mas certamente maior que outrora.

Azoth.

Quer algo? Vai doer.

Quer ser feliz? Vai doer.

Quer ser forte? Vai doer.

Quer atingir alguns objetivos que almejou para si? Vai doer.

E como vai. E muitas vezes você desistirá, por que não entende  quais são os preceitos do Universo. Vai resmungar. Afogar as mágoas com bebida, drogas de toda sorte, legais ou não, para entorpecer a verdade nua e crua: dói. Dormirá com mulheres que não te conhecem, nem querem conhecer: você é só um espelho delas – para entorpecer aquela verdade nua e crua. Ops, volta a lembrança de dor: vamos trabalhar para pagar a auto-destruição e nos entorpecer mais um pouco – nada de objetivos, como faz para passar mais depressa? Café, conversa fiada, celular. Saída de turno chega, faculdade ou casa, não tem dinheiro suficiente para entorpecer-se sem sacrificar a esbórnia do final de semana vindouro, cai em entreterimento barato: eletrônicos de toda sorte.

Contas chegam, dói. Sonha mais um pouco, mas dói, porque sonhar traz comparativos, lembranças e sonhos despedaçados, que agora jazem no Thanatos. Liga para um amigo, desabafa com alguém próximo ou, por segurança e ego, pela internet com algum alter-ego recém tirado do armário da mente que se resvala nos atos falhos. Gozo instantâneo em algumas poucas teclas, registra instantaneamente o fato que a internet é um emaranhado de opções baratas que podem anestesiar por horas aquela dor.

Dói.

Precisa dormir, remédios ou masturbação? Depende do gosto de freguês, no nível da dor, do peso do bolso – tarja preta ou fitoterápico? Dorme. E nos sonhoss, a dor rapidamente some e, entre pesadelos e prazeres, se é. Finalmente É, não vem a ser, não será, não seria, se É.

Mais um dia. Dias. Chega final de semana. Ciclo que se repete, vida que se definha, vida de amanhãs.

Mas quer ser feliz? Vai doer.

Meus caros, entre cada respiração, há o hiato tão esperado da felicidade. Não muito duradouro, mas gostoso. E o que é a genuína? Talvez seja a sincera consigo próprio, não oriunda de coisas externas, mas do enfrentamento das leis magnas que regem nosso Universo.

E assim, sê forte, em níveis, mas se é. E a fome do ‘venha a mim’, permite mais. Uma pluralidade de dores que se transformam em algo maior pela coragem e amor humanos. O espírito de vitória jaz nos pacientes, resilientes, heróis que resistem sem aplausos, abraços e risos, onde o maior ouro é dado a si próprio pela vida, em um gesto temporal que não ficará com ninguém além de ti.

E onde ficará a sala de troféus? Em si. Cada pessoa que convives contemplará suas conquistas a cada segundo que convive contigo e eis a delícia da vida: o fenômeno da existência, os minutos singulares no tempo-espaço que sua matéria ocupa, só seu. O Universo passa, não somos ninguém, mas estivemos ali, naquele ano, naquela década, naqueles instantes. Amamos e sofremos, com nossas próprias cargas existenciais, buscando simplesmente suportar a dor e o medo do amplo espectro da Existência impressa em nossas mentes limitadas pelo tempo e espaço.

Quer ser feliz? Quer ser forte? Legal. Não quer mais sofrer? Você vai. O que então, realmente, com toda nossa energia, devemos querer?

Sinceridade para com o mundo e coragem para enfrentar ao invés de fugir nas pequenas vicissitudes que nos calam a existência no somar dos dias.

Quer ser? Não queira.

SEJA.

Queima

Em estradas que minha imaginação passa divago acerca da efemeridade da existência, enquanto a própria se consome no tempo. Impressionante a sensação da vida queimando como um cigarro acesso, onde qualquer brisa só acelera o derradeiro fim, como o vento que paira sobre meus cabelos enquanto dirijo. Meus sentidos se banham em uma fusão de luzes, cores e sons, onde a percepção me constrói o mundo e volto meu olho para o velocímetro: mais um medidor, como a vida passando novamente pelo meus pés, onde a cada pisada do acelerador intensifica a sensação de vida e aproxima (ao mesmo tempo) da morte, de forma tão simples e fulgaz. A mesma sensação de queima (do cigarro) vem à tona e me pergunto: será minha vontade queimando? A ânsia de viver, por mais ínfima seja a minha existência e meus propósitos perante o Universo, seja ele regido ou caótico, guiada simplesmente por um corpo amendrontado com o futuro e seus limites claros de transcedência? Talvez. Camus morreu de acidente, penso eu. Proeminente pensador, a cabeça afiada não o salvou das vicissitudes da vida, bem como outros, como Van Gogh que, no auge do desespero, dispara contra si, ou como Hemingway, semelhante fim. Ambos, nas vicissitudes, a(ssa)ssinaram suas maiores obras, de forma trágica, para a eternidade.

Talvez, como dizem, o problema seja pensar demais…

Ou simplesmente acreditar que o conhecimento e a habilidade se dispõem a tudo e que o homem, na sua magnitude, consiga se salvar. E, na beira do desespero pela responsabilidade do próprio futuro, muitas vezes a única solução é suicidar-se em um gesto febril de agonia perante tudo. E a Natureza? Que se dane, dizem, afinal, eu sou senhor de mim, bem como do mundo (no que apetece meus sentidos, alegam).

Com o volante na mão, os pés no acelerador, o cabelo ao vento, realizo que, simplesmente, eu tenho diversas possibilidades e todas se equivalem ao leque de escolher como morrer: o grande ato final. E sobre o bem viver? O cigarro está queimando, talvez seja só questão de como você vai escolher queimar. Afinal, “o homem pode ser destruído, mas não derrotado”, não?

O que fica em todo meu devaneio? Talvez nada para você, leitor prático, esperando mais um artigo do forno para debruçar-se e trazer-lhe mais próximo do Übermensch que tanto idealiza. Eu não estou aqui para fazer você mais forte no quesito que será inatingível, mas mais forte que será aberto a tudo, será ferido, mas não irá lamentar-se, não irá cair em desgraça, nem cultivar rancor, mas ser nobre nos seus atos, justo no seu coração e ético na sua vida. Destituir-se de tudo é muito fácil, quero ver abraçar o mundo e manter sua individualidade com o carinho da existência que os outros demandaram com você e, se não demandaram, você sabe o quão importante isso é para um ser humano, então, porque não fazê-lo?

Andando à esmo me deparo com este texto em um caderno, enquanto um simples homem como eu deseja dias melhores para outros homens simples como eu, que almejam ser uma fortaleza, mas dentro de vivências e da sinceridade contínua de ser a melhor pessoa possível para todos aqueles que esbarraram nas nossas vidas.

Abaixo os escudos, os comerciais e os delírios de grandeza. Por mais homens geniais que entendam que talvez o grande segredo de uma vida plena não seja um traço colérico de razão, mas a sacada mordaz da virtude.

E se não der certo? Bom, então…

“É sempre assim. Morre-se. Não se compreende nada. Nunca se tem tempo de aprender. Envolvem-nos no jogo. Ensinam-nos as regras e à primeira falta matam-nos.”

O jogo dos ratos

Em um tempo de grande caos instaurado no nosso país onde as cartas marcadas estão sendo levadas pelo vento dos egos dispostos no próprio jogo, as pessoas entram em um estado de frenesi demasiado torpe para, em sua maioria, tirarem algo que preste de suas próprias bocas.

Faz algum tempo que a famigerada ‘direita’ tem se desenvolvido no país sob ícones totalmente adoradores de atenção, pessoas que não vivem de forma modesta como um bom amante da Tradição e que possuem o ego do tamanho do mundo. E qual o problema disso? Tudo, posto que esquerda e direita são dois lados da mesma moeda.

O que mais me impressiona é a ignorância no qual muitos indivíduos se apegam, algo como buscar uma tribo com uma certa força contra uma corrente, talvez justificada por algum trauma ou problema de auto-estima, certamente. É claro que, se algumas das ideologias fossem perfeitas, algum lugar já as teriam implantado com uma satisfação geral quase unânime, pois esquecem que o ser humano é guiado pelo conforto. Querem mundo mais confortável do que o que Huxley proveu e que alguns direitistas tanto sonham?

Meus caros, eu não venho dar uma de ‘isentão’. Eu venho entregar uma ideia de discernimento afora tribos e preferências. A esquerda é totalmente errada e maligna? Balela. Pura balela. Muitos esquerdistas possuem um entendimento do social e dos impactos profundos na existência humana que vários de nós apegados à Tradição vociferamos através de uma doutrina mas de forma robótica, não ativa, no conforto dos nossos computadores. Muitas ideias são interessantes de PENSAR, é importante pensar como trabalhamos no capitalismo para gerar lucro e não para resolver os problemas do mundo. Ou você acha que a última coisa que nós precisamos agora é um novo foguete? Um novo iphone? Talvez um xbox novo? Cresçam, porra! Milhões de pessoas morrendo de fome e vocês acham que isso não é problema nosso? Que merda é essa?

O problema da esquerda é não estudar economia, agir com emoção e esta emoção acaba caindo no terreno do totalitarismo, quase sempre. Porque é mais fácil exigir que debater e não dá para ensinar um país ou até o mundo inteiro em pensar em prol do coletivo. Eu não consigo entender um país onde há pessoas morrendo de fome e outras com uma Mercedes bebendo com milhares de putas em uma boate. Não me venham com meritocracia e trabalho duro, que se trabalho duro desse dinheiro burro de carga seria cavalo de competição, seus paspalhos.

O problema da direita é justamente o ode ao material. Fala-se de religião, propriedade privada e economia com uma dedicação homérica, mas raramente se vê como debater soluções diretas para a ganância. Sim, uma sociedade sadia deve haver meios de refrear a ganância. Não adianta vocês lerem Friedman e não entenderem que o Estado é corruptível como qualquer ser humano que tenha poder e trocar o Estado pelo Mercado é só uma maneira de trocar os bois, só que sem contrato social. Ou seja, um belo e singelo foda-se. Você acha que simplesmente não haverá implicações? O Deus Mercado trabalha pelo lucro, amiguinho, não há conceitos ‘torpes’ como virtude, justiça ou qualquer pensamento profundo de moralidade. Vende-se tudo, até sonhos que não são teus. Isto é positivo? Diga-me você.

Nós esquecemos que há um limite de matéria prima para todo nosso ego de evolução e que é justamente este ego que nos guia a violência, posto que o egoísmo de quem está bem gera uma multidão de ferrados querendo o pescoço de alguém. Este alguém não será um político, um empresário riquíssimo (raramente o é, os jornais são bons em divulgarem o que lhes apetecem) ou alguém que realmente ferre com as pessoas, mas você. Sim, pessoas comuns, geralmente ratos da classe média, que levarão tiros, sofrerão roubos e assaltos e andarão com medo, gerando mais produtos para comprarmos e mais sonhos para termos. O medo vende, conquista.

Qual é minha solução? Parcimônia. Um lampejo de estudo e discernimento. E um pouco de empatia, também. Que tenhas todo embargo de estudo, mas procure conviver de alguma forma com pessoas menos favorecidas para entender o que se passa. Não só leia notícias de superação, mas de desgraças. E se coloque no lugar de tais pessoas e pense como lutaria para sair dali. Ou, ao menos, como seria. Para mim, o dever de um ser humano forte seria ajudar um fraco a se fortalecer, mas não é isso que eu vejo hoje. Eu vejo um ego tremendo achando que seu sucesso atual (ou seu status quo) é totalmente seu merecimento e que quem está pior que você é porque não merece ter. Isso é inocência ou mal caratismo puro.

Vocês podem ter a crença que forem, qualquer religião, quaisquer dogmas, muitas histórias, mas não se esqueçam de pensar realmente nos (REAIS) problemas que aflingem o mundo.

Quando era criança, perguntei na aula de história porque precisávamos nos esforçar tanto para ir a Lua e gastar tanto dinheiro quando tínhamos tanta coisa aqui para melhorar, pessoas com fome, violência, lugares a descobrir.

É, talvez eu que não seja tão inteligente quanto penso. Pelo menos tenho a tranquilidade de gostar do caminho que sigo. Já me apetece.

E olhem a imagem: no fim, até o mais primitivo de nós amamos. E temos um mundo inteiro dentro de nós clamando para ser visto, entendido e aceito. Até o mais torpe dos doentes e assassinos possuem isso e nós, os que clamam que são bons cidadãos, o que clamam que trabalham duro e que gritam que mantêm a sociedade devem também lembrar-se da responsabilidade de cuidar disso tudo e não deixar na periferia das suas mentes tais questões. Esta é a verdadeira riqueza, não somente os dígitos nas vossas contas ao fim do mês. Isso pode começar em casa, no trabalho, esta onda de empatia pode começar AGORA. E será mais que ideologia – seja social ou econômica. Será o MÍNIMO como ser humano.

Não vivam pelo próximo carro, próximo celular, próxima roupa, próximo jogo, próximo ano, próxima década, próxima pessoa. Vivam com a ânsia da própria existência e dos que aqui estão entre nós neste minúsculo espaço de tempo que se chama vida.
Só depende de vocês.
Azoth